Pensei em falar sobre campanhas online integradas e até de VRM, mas resolvi apagar tudo. O assunto era bem relevante, eu que não tive as bolas e a capacidade de desenvolvê-lo de forma satisfatória. (Ma’ bad!)
Eis que vou falar sobre o Twitter. Essa semana, Ashton Kutcher venceu a guerra contra a CNN pelo primeiro milhão de seguidores.
Até que é uma marca considerável para uma mídia vista antigamente como lugar de inutilidades. Kutcher sabe como se auto-promover. Ele twitta incessantemente e sobre tudo, de fotos da esposa quarentona a seus projetos profissionais. Não é de hoje que os meros mortais gostam de espiar a vida das celebridades. E Kutcher sabe disso.
No Twitter você acha de tudo: job hunters, jornalistas, celebridades etc. Se é diversão que você quer, tem a @nairbello e até gente brincando de ser Deus. Independente de quem você siga, o fato é que o Twitter não pode ser mais ignorado. (Pergunte ao Facebook!)
A negada da Fallon sabia disso e logo criou o Skimmer. Em questão de semanas o programa explodiu e virou assunto até no mainstream. o Skimmer permite administrar diversas mídias sociais, tudo em uma interface simples. Desta forma, a Fallon prestou um serviço às mídias sociais e, em troca, foi incluída nos assuntos mais comentados da web.
Como disse um famoso publicitário, o twitter é um facilitador para a criação de virais. Você segue quem é relevante e as pessoas que te seguem te acham relevante. O que você twita, seus seguidores verão e passarão adiante. Tudo muito bom, tudo muito legal, pena que é mais fácil dizer do que criar a tão famigerada relevância…
Abril 22, 2009 às 12:10 pm |
O Twitter rende discussões interessantes, de diferentes pontos de vista, principalmente por ser o grande hype do momento na web. Mas todas as discussões em torno dele de certa forma materializam as discussões em torno da própria web 2.0 – na teoria é lindo, na prática o buraco é mais embaixo, mas a pergunta de 20 milhões de rúpias ainda é: como rentabilizar?
Abril 22, 2009 às 2:13 pm |
O co-fundador do Twitter, Biz Stone, disse que o microblog vai começar a cobrar sua própria taxa de serviços e em troca vai oferecer ferramentas mais avançadas para os usuários. Deve ser algo parecido com o que o youtube fez, em que os usuários podiam receber dados mais precisos sobre quem visitou, quando foi o pico de visitas, de onde veio o tráfico etc.
Hoje saiu uma matéria no NY Times falando mais sobre o Twitter. O link é esse aqui http://tinyurl.com/dee69b