#cpartybr – Estrutura do evento

janeiro 30, 2010 por

A estrututa para receber os campuseiros estava excelente. Na arena, havia mesas intermináveis com terminais de luz e internet. Também, nas áreas das palestras, foram poucas as vezes que vi cadeiras faltando aos interessados. A área de barracas também estava gigantesca, com 2.500 barracas disponibilizadas ao público.

Barracas - Campus Party 2010

Fora isso, os patrocinadores também mandaram muito bem.

A Telefônica armou um stand que disponibilizava vários pufes para galera relaxar, com dois video games no centro rolando Guitar Heropara quem quisesse brincar. Além disso, na lateral do espaço tinha massagem de graça, com duas cadeiras e quatro massagistas se revezando (eles ainda te davam um ipod com músicas relaxantes pra você esquecer o que estava rolando lá fora).

stand da Vivo também estava muito bom. Todo tematizado com o tema da copa, além dos pufes, também estavam disponíveis laptops com internet. E ainda uma televisão com jogo de embaixadinha virtual (você fazia os movimentos e a bola na tela acompanhava).

#Fail na minha opinião para o espaço do Mercado Livre, que estava muito ruim em estrutura disponibilizando uns 10 puffes e mais nada. O Edsão acha que não foi tão ruim assim, pois algumas vezes eles promoveram jogos premiando com garrafinhas e camisetas. Bom, o que eles mandaram bem mesmo foi na distribuição de adesivos que continham mensagens como “#geek pride” e “queria ter o QI do Yoda”. O público em geral gostou muito e era fácil de achar computadores com os adesivos colados.

Outra coisa legal foi o Red Bull a 5 reais! Excelente!

Por enquanto é só! Depois o Edsunga posta mais #cparty aí.

Bjos do Zeh!

#cpartybr – A “ola” dos campuseiros

janeiro 29, 2010 por

A Campus Party é, realmente, um evento de estudantes. Prova disso são os gritos em onda que o pessoal faz aqui de hora em hora. Seja no restaurante, nas palestras ou a partir de um dos inúmeros balcões para os participantes do evento. Dura cerca de 15 segundos. Uns gritam “oh” outros continuam e vai aumentando.

O pessoal tem tanto espírito de comunidade que tem já um site criado, em plataforma WordPress, para reunir o pessoal e trocar fotos, vídeos, informações e até servir de classificados: www.campuseiros.com.br

#cpartybr – E o conteúdo dessa bagaça?

janeiro 29, 2010 por

Bom, o conteúdo do evento está dividido em 4 áreas: ciência, inovação, criatividade e entretenimento digital (games e simulação). Cada uma situada em um canto do imenso galpão que abriga a Campus Party.

Na área de criatividade, que é a que mais nos interessa, palestras e debates estão girando principalmente em torno da questão dos blogs e redes sociais. A maioria das paletras foram bem superficiais mesmo, mas o destaque foi para a palestra Realidade Aumentada do Daniel Roda e do Eduardo Malpeli. Os dois são colegas de trabalho na área de direção de arte do jornal Estado de São Paulo e resolveram desenvolver um site em que qualquer um pode criar dispositivos de AR a partir de uma imagem 3D, ou mesmo de um jpeg. E o melhor: tudo free! O site é o EZFLAR.com e é bem fácil de usar. Uma lida rápida já te prepara pra ir pro generator!

arena criatividade - campus party

Das celebridades que já passaram até agora, temos o multiuso Marcelo Tas, nosso ex-ministro e por hora só músico, Gilberto Gil,  o rapper e escritor MV Bill e o que foi mais esperado de todos, o ex-hacker Kevin Mitnick. Aqui tem uma matéria bem explicadinha pra quem se interessar.

Já, dos webcelebs/chatos, todos presentes. Todos mesmo. Mas não merecem citações. Com exceção de Alexandre Ottoni (Jovem Nerd) e Deive Passos (Azaghâl), do blog Jovem Nerd. Os dois participaram de uma palestra sobre o case Jovem Nerd, que além de ser blog nerd mais famoso do país, também gerou a criação do  selo de qualidade Nerd Books para livros afins, vendidos no próprio site por e-commerce. Depois da palestra, os dois gravaram um podcast ao vivo em uma das mesas da arena, o que gerou um mega círculo ao redor, com direito a intermináveis flashes, autógrafos e nerds se esmagando para ver os ídolos.

Amanhã tem mais Campus Party. Beijos!

Campus Party Brasil 2010

janeiro 27, 2010 por

Nesta semana, Diego Arelano e Edson Jr foram os enviados especiais para o maior evento de tecnologia e internet do Brasil: Campus Party.

Para ter uma idéia melhor, vamos começar com os números do evento:
6.000 inscritos, maioria de São Paulo, mas com gente de todos estados e vários países. Desses, mais de 2.500 acampados no próprio local.
Maior concentração de computadores por metro quadrado que já vi (são mais de 4.000 aqui sem contar os dos estandes)
Mais de 30 redes wireless foram encontradas aqui no meu laptop
40km de cabos de rede e 20km de fibra ótica (daí que vem a internet para os participantes, todo lugar tem cabos e tomadas espalhados).

E, é claro, maior concentração também de nerds, geeks e simpatizantes (público principal do evento). Com exceção dos dois aí de baixo :)

CLIQUE para ver as fotos.

Viva a blogosfera brasiliense.

setembro 8, 2009 por

“Só acredito que copiar não é blogar e gerar conteúdo não é tão simples quanto embedar imagens e vídeos.” Foi desta maneira que terminei meu último post aqui no Café.  Estava me referindo a como os blogs de publicidade se repetem e têm medo de dar embutir opinião. São todos muito politicamente corretos, também conhecidos como cagões.

Felizmente e por ironia do destino, embora não sejam de publicidade, começaram há pouco tempo dois blogs de Brasília que ganharam a minha simpatia. Um deles é o Caga-osso de merda. Ele conta as peripécias de um webdesigner que só se fode e, por motivos óbvios, acha tudo uma merda. A graça está em ver como esse ser asqueroso e rabugento se estressa com as menores besteiras da vida.

O outro blog é o beingeek. Estava faltando um blog geek que não fale necessariamente de tecnologia. Ser geek também é falar do novo filme da Pixar, por exemplo. No último post, o Rogério Truite, dono do blog, dissecou o filme, em uma análise bem coerente e interessante sobre detalhes da animação e andamento da história.

Antes que algum zé povinho venha me condenar, não estou fazendo jabá pra nenhum deles. Isso aqui não é um post pago. Esses dois blogs realmente chamaram a minha intenção por trazerem, de fato, algo relevante para a web. O pessoal pensa, analisa, cria e, por isso, gera conteúdo. Quando é pra falar mal, é fácil botar a boca no trombone. Da mesma forma, quando aparecem coisas boas, vale a pena reconhecer o trabalho desse pessoal que já nasceu mais útil do que a grande maioria dos blogs famosos de publicidade.

E a moral da história é

setembro 7, 2009 por

Excepcionalmente em virtude do DM9/11, interrompo minha fábula sobre o User Generated Content para oferecer algumas impressões sobre os acontecimentos. Mais ou menos como o Heman fazia ao final dos episódios:

O que um fantasma pode fazer pela sua marca? Aparentemente, uma saia curtíssima internacional, se você tiver sorte. Sempre fui crítico em relação a esse tipo de publicidade e ao nariz empinado de muito publicitário que se considera artista. Publicidade não é arte. Publicidade pode – também – ser arte, mas não como sinônimo.

Pessoalmente, não acredito em publicidade que não seja de resultado. Talvez por isso eu tenha uma postura de semi-indiferença a festivais. O reconhecimento é bom, e muitas vezes merecido, mas não vejo a razão para o deslumbramento. Prioridades são prioridades: agências são prestadoras de serviços.

Outro ponto que ficou escancarado é a falta de tato que o publicitário, em média, tem com relações públicas. O discurso é fácil de ter debaixo do braço, não tem segredo. Mas na prática, muitas vezes se esquecem de um pequeno detalhe: não basta responder, muito menos responder rápido, é preciso dizer a VERDADE.

Seja por inocência, seja por subestimar a mídia e o público, essa última parte é o mais recorrente dos erros de gerenciamento de crise. Não importa quão fundo esteja enterrada, uma hora a verdade virá a tona. Principalmente quando agência e cliente ficam batendo cabeça nesse “comigo não morreu”, o que deixa a situação somente mais deprimente.

Carta Sérgio Valente - Tecla SAP

Uma última questão  merece destaque. Gosto de enxergar jogadores de futebol como poetas incompreendidos de nossa sociedade. Um ditado comum entre eles é o seguinte: “Quando o time ganha, todos ganham. Mas quando o time perde, a responsabilidade também é de todos.” Então não me venha com esse papo de que é culpa de jovens profissionais que não fazem mais parte da equipe, porque isso não cola, ok?

A blogosfera está brocha.

setembro 6, 2009 por

Convido-vos a fazer um experimento: abram vossos leitores de feeds (netvibes, google reader ou aquele que mais lhe apetece) e chequem a quantidade de blogs insuportavelmente iguais. Eles falam a mesma besteira, com as mesmas palavras, os mesmos exemplos. O pessoal acha que blogar é fácil. Basta fazer uma pesquisinha medíocre e pronto, sentimento límpido e risonho de que se está contribuindo com a blogosfera e, logo, com a formação de uma sociedade melhor! Sociedade melhor my ass.

Blog que anda igual bêbado com labirintite se encontra aos milhões. Pessoal posta o que dá na cabeça, aliás, o que dá nos  outros blogs.  Semana passada, rodou na panelinha publicitária o episódio da campanha patética da DM9/11 para a WWF. O que mais se viu foi fofoquinha de adolescente: “Geente, vocês viram a campanha que fazia uma brincadeirinha com o 11 de setembro? Ainda não?? Então click aqui, galera!”

Poucos se propuseram a analisar o momento, checar a veracidade dos fatos, condenar, apoiar,  aplicar um ponto de vista ao assunto. Isso dá trabalho. Pesquisar dá trabalho. Pensar dá trabalho. Se a intenção é somente ficar por dentro do que os outros estão dizendo, maravilha. Mas aí não é preciso colecionar blogs. Basta acessar o brainstorm9 e tá tudo resolvido. Por que diabos se dar ao trabalho de copiar um blog já famoso? Me parece de uma acefalia tremenda.

Quanto ao Café com Coca, não contamos o sucesso do blog pela frequência de posts. Isso a gente deixa para os adolescentes já citados. Nossa intenção é proporcionar raciocínio, explicitar opiniões, bater e, consequentemente,  dar a cara a tapa. O resultado disso tudo é evidente. Praticamente quadruplicamos nosso número médio de visitas diárias e sempre recebemos menções positivas de leitores e outros blogs.

Não estou dizendo que somos os donos da verdade, mesmo porque verdades, quando existem, dependem do referencial. Só acredito que copiar não é blogar e gerar conteúdo não é tão simples quanto embedar imagens e vídeos.

Sérgio Valente não dormirá por uma semana.

setembro 3, 2009 por

Como alguns principais veículos informativos da internet mundial já explicaram o caso WWF (aqui e aqui, por exemplo), vamos nos abster de pagar de mobral. O Café com Coca vem honrosamente expor uma de suas opiniões sobre essa desonra publicitária desmedida, displicente e cara-de-pau.

Fatos da vida: seu ego acha que vai ganhar o prêmio, mas a realidade te dá um pescotapa. Nenhum leãozinho sequer. Imagine a cena da reunião de criação: “De agora em diante, toda as terças-feiras pela manhã faremos um brainstorm pra Cannes. Começa na terça que vem. Quero idéias fodas, a gente VAI virar esse jogo”. E assim se sucedeu. Afinal, a DM9 tinha que fazer algo, antes que a DDB fizesse.

Os meses passam e as idéias pra Cannes vêm à tona. Funcionou: a DM9 teve motivos mil pra comemorar no festival de 2009. Mas ainda não basta, Cannes é pouco. Cannes é um sábado.

Ora pois, senão, vejamos: Tsunami pra WWF foi uma idéia que, segundo a DM9, jamais deveria ter sido criada e não tem o consentimento da agência e de sua diretoria. Os bastardos que a criaram já foram devidamentes despachados, juntamente com seus toys de mesa, para a parada de ônibus mais próxima da Brigadeiro Luís Antônio.

A DM9 e a WWF já se pronunciaram em seus sites. A DM9 diz que ele foi criado realmente, e aprovado. Aprovado por inexperiência do publicitário que aprovou (muitas vezes conhecido pela alcunha de Diretor de Criação da DDB Brasil) e do próprio cliente. Aliás, nesse mesmo texto (assinado também pela WWF) a DM9 deixa bem claro que a inexperiência foi de ambos os lados do balcão. E quando OS DOIS perceberam a caquinha, correram gritando “Abortem, abortem!”. O terceiro parágrafo mostra que a WWF foi também responsável pela primeira publicação desse anúncio.

Agora, faça um paralelo com o que a WWF falou em seu site americano. É o tipo de publicação institucional que você olha e pensa: capitão, isso vai dar merda. Unauthorized Ad Campaign? BULLSHIT. A DM9 enviou um email à Adweek falando que o bebezinho foi SIM aprovado pela WWF brasileira. Quer mais? No AdsOfTheWorld tem a ficha técnica da bagaça. Veja lá o nome do Advertiser`s Supervisor: Heloisa Helena de Oliveira, uma especialista gabaritada em preservação ambiental. Parece que alguém da WWF vai ter que abrir o caderno de Empregos da Folha de São Paulo. Isso sem falar na produção do anúncio impresso, na veiculação, na produção do VT e, é claro, na inscrição da peça nas premiações, afinal, isso custa uma dinherama bonita de se ver. É um investimento, né.

Como se não bastasse, segundo a Advertising Age, um porta-voz da DM9 anunciou que a agência não produziu o vídeo, e que quando a diretoria viu a pornografia, afirmara que nunca tinha visto o material antes e não sabe quem o criou. Aquele mesmo papo de adolescente quando é pego com drogas na mochila. Pior ainda é a versão, também publicada pela AdAge, de que a assessoria de imprensa da DM9 enviou acidentalmente a peça em um pacote de anúncios. Na boa, isso não cola nem na câmara dos deputados.

E no fim do dia, depois de uma repercussão destruidora em níveis globais, temos um big de um saldo negativo: contradições nos statements das duas empresas, gente no olho da rua, criativo sendo rechaçado, aprovadores sendo chamados de inexperientes (eu ainda acho que o problema aí não é bem inexperiência…), DM9 considerada a pior “pessoa” do mundo por Keith Olbermann em seu programa Countdown, na MSNBC, e Sérgio Valente sendo rogado a morrer de inanição. Tá quase um caso para o Dr. Cal Lightman.

A lição do dia é bem simples e não tem a ver diretamente com a idéia da campanha: seja sincero sempre e não minta. Isso vale pras agências e para os anunciantes.

O anunciante e o User Generated Content – Parte 1

agosto 30, 2009 por

Logo quando a web 2.0 entrou no radar de anunciantes, agências, coolhunters, especialistas e afins como uma ferramenta do mix de comunicação, o User Generated Content imediatamente saltou aos olhos desse povo todo. A idéia, basicamente, é de que há pessoas falando da minha marca, promovendo e defendendo-a, e o melhor: de graça! Mas isso é o máximo! Só preciso de mais pessoas falando mais, e de uma rentabilizar isso.

Naturalmente, o ímpeto imediatista e o foco em curto prazo dos anunciantes rapidamente saturaram as mídias sociais, tanto em termos de canais de comunicação quanto de usuários. Algo que funciona muito bem como uma maneira de se relacionar com pessoas, aproximá-las e tê-las como influenciadoras, acabou se popularizando como uma metralhadora de concursos culturais do estilo: “Nos envie seu vídeo e peça para seus amigos irem votando. O vídeo mais votado (A) ganha um moderno aparelho celular ou (B) ganha uma geladeira de cerveja ou (C – minha favorita) será veiculado na TV como nosso próximo comercial.”

No entanto, o que ganha pouca atenção no meio é a quantidade de oportunidades que são perdidas. O último exemplo que me chamou atenção foi da IKEA – o que chega a ser uma surpresa, praticamente tudo o que a marca faz me agrada.

IKEA é uma marca de ótima imagem e aceitação no meio digital, e que sabe explorar muito bem esse meio. Recentemente, a marca lançou o IKEA Space Maker, projeto que, essencialmente, trata-se de um planejador de pequenos quartos. O usuário não somente pode montar seu quarto, mas também submeter à IKEA e, caso agrade a empresa, obter descontos em loja física. Bacana, não?

IKEA Space Maker

Talvez tivesse sido mais interessante, se o seguinte não tivesse acontecido: para concorrer na categoria Future Lions de Cannes, dois estudantes apresentaram o projeto My.IKEA, que utiliza da tecnologia de Realidade Aumentada (a própria menina dos olhos atual da publicidade) para que o prospect possa visualizar como ficariam os móveis em seu quarto, através da impressão do código gerado.

Muito embora tenha gerado buzz maior do que o próprio projeto da marca, o My.IKEA não ganhou grande atenção da empresa. E, convenhamos, seria de utilidade muito maior para o usuário. O que houve? Vista grossa, miopia, preguiça, budget apertado?

Fontes: Adivertido, Updaters

Nunca foi tão fácil ser publicitário.

agosto 23, 2009 por

É isso mesmo. Nunca foi tão fácil ser publicitário. Me parece que o pessoal perdeu o zelo pelo bom trabalho. Não tô falando de ninguém em específico, mas sim das peças que vejo. Poucos têm a ânsia escrota de produzir algo foda, de não deixar “i” nenhum sem pingo.

Isso acaba por influir na maneira dos estudantes de Publicidade pensarem. Sinceramente? Acho que estudante de publicidade é a espécie animal mais preguiçosa e topetuda que existe. Negada tem todas as ferramentas mas fica coçando o toba, pra depois cheirar, numa infindável tentativa de pegar oxiurose pelas narinas. Eles não têm ideia do arrependimento que terão daqui a alguns anos.

E quando eu digo que nunca foi tão fácil ser publicitário, quero dizer que as coisas não andam bem. Quem é ruim não tenta ser bom. Quem é bom não tenta ser foda, e por aí vai. As pessoas que lêem este post agora podem ter uma certeza: se neste exato momento vocês botarem na cabeça que precisam se esforçar pra crescer, já estarão na frente da grande maioria, daqueles 80% que teimam em acreditar que pertencem a esse meio.

A minha visão é que esforço é meio caminho andando nessa profissão. Peguem Ogilvy, Luke Sullivan e David Droga como exemplos. Todos tinham mentes privilegiadas e, exatamente por este motivo, não se davam ao luxo de fazer pouca bosta.

Independente da área, a questão é se dedicar de modo a estruturar o senso crítico e alimentar a mente. Informação é o pré-requisito de todo publicitário. Apenas o prazo deve ser o fator limitante. Assim como o André Matarazzo, CEO da gringo, eu tendo a acreditar que nossa profissão é uma das mais meritocráticas, isto é, não há desculpas para ficar parado.

Talvez vocë esteja pensando: quem esse maluco tá pensando que é pra falar essas coisas? Eu realmente não sou nada. Ainda não. E por isso deixo em aberto: ou tem algo muito errado com nossa profissão, mais especificamente com nossos profissionais, ou eu sou estupidamente míope e vejo estrume onde não há.


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