Viva a blogosfera brasiliense.

Setembro 8, 2009 por fabs

“Só acredito que copiar não é blogar e gerar conteúdo não é tão simples quanto embedar imagens e vídeos.” Foi desta maneira que terminei meu último post aqui no Café.  Estava me referindo a como os blogs de publicidade se repetem e têm medo de dar embutir opinião. São todos muito politicamente corretos, também conhecidos como cagões.

Felizmente e por ironia do destino, embora não sejam de publicidade, começaram há pouco tempo dois blogs de Brasília que ganharam a minha simpatia. Um deles é o Caga-osso de merda. Ele conta as peripécias de um webdesigner que só se fode e, por motivos óbvios, acha tudo uma merda. A graça está em ver como esse ser asqueroso e rabugento se estressa com as menores besteiras da vida.

O outro blog é o beingeek. Estava faltando um blog geek que não fale necessariamente de tecnologia. Ser geek também é falar do novo filme da Pixar, por exemplo. No último post, o Rogério Truite, dono do blog, dissecou o filme, em uma análise bem coerente e interessante sobre detalhes da animação e andamento da história.

Antes que algum zé povinho venha me condenar, não estou fazendo jabá pra nenhum deles. Isso aqui não é um post pago. Esses dois blogs realmente chamaram a minha intenção por trazerem, de fato, algo relevante para a web. O pessoal pensa, analisa, cria e, por isso, gera conteúdo. Quando é pra falar mal, é fácil botar a boca no trombone. Da mesma forma, quando aparecem coisas boas, vale a pena reconhecer o trabalho desse pessoal que já nasceu mais útil do que a grande maioria dos blogs famosos de publicidade.

E a moral da história é

Setembro 7, 2009 por Gustavo

Excepcionalmente em virtude do DM9/11, interrompo minha fábula sobre o User Generated Content para oferecer algumas impressões sobre os acontecimentos. Mais ou menos como o Heman fazia ao final dos episódios:

O que um fantasma pode fazer pela sua marca? Aparentemente, uma saia curtíssima internacional, se você tiver sorte. Sempre fui crítico em relação a esse tipo de publicidade e ao nariz empinado de muito publicitário que se considera artista. Publicidade não é arte. Publicidade pode – também – ser arte, mas não como sinônimo.

Pessoalmente, não acredito em publicidade que não seja de resultado. Talvez por isso eu tenha uma postura de semi-indiferença a festivais. O reconhecimento é bom, e muitas vezes merecido, mas não vejo a razão para o deslumbramento. Prioridades são prioridades: agências são prestadoras de serviços.

Outro ponto que ficou escancarado é a falta de tato que o publicitário, em média, tem com relações públicas. O discurso é fácil de ter debaixo do braço, não tem segredo. Mas na prática, muitas vezes se esquecem de um pequeno detalhe: não basta responder, muito menos responder rápido, é preciso dizer a VERDADE.

Seja por inocência, seja por subestimar a mídia e o público, essa última parte é o mais recorrente dos erros de gerenciamento de crise. Não importa quão fundo esteja enterrada, uma hora a verdade virá a tona. Principalmente quando agência e cliente ficam batendo cabeça nesse “comigo não morreu”, o que deixa a situação somente mais deprimente.

Carta Sérgio Valente - Tecla SAP

Uma última questão  merece destaque. Gosto de enxergar jogadores de futebol como poetas incompreendidos de nossa sociedade. Um ditado comum entre eles é o seguinte: “Quando o time ganha, todos ganham. Mas quando o time perde, a responsabilidade também é de todos.” Então não me venha com esse papo de que é culpa de jovens profissionais que não fazem mais parte da equipe, porque isso não cola, ok?

A blogosfera está brocha.

Setembro 6, 2009 por fabs

Convido-vos a fazer um experimento: abram vossos leitores de feeds (netvibes, google reader ou aquele que mais lhe apetece) e chequem a quantidade de blogs insuportavelmente iguais. Eles falam a mesma besteira, com as mesmas palavras, os mesmos exemplos. O pessoal acha que blogar é fácil. Basta fazer uma pesquisinha medíocre e pronto, sentimento límpido e risonho de que se está contribuindo com a blogosfera e, logo, com a formação de uma sociedade melhor! Sociedade melhor my ass.

Blog que anda igual bêbado com labirintite se encontra aos milhões. Pessoal posta o que dá na cabeça, aliás, o que dá nos  outros blogs.  Semana passada, rodou na panelinha publicitária o episódio da campanha patética da DM9/11 para a WWF. O que mais se viu foi fofoquinha de adolescente: “Geente, vocês viram a campanha que fazia uma brincadeirinha com o 11 de setembro? Ainda não?? Então click aqui, galera!”

Poucos se propuseram a analisar o momento, checar a veracidade dos fatos, condenar, apoiar,  aplicar um ponto de vista ao assunto. Isso dá trabalho. Pesquisar dá trabalho. Pensar dá trabalho. Se a intenção é somente ficar por dentro do que os outros estão dizendo, maravilha. Mas aí não é preciso colecionar blogs. Basta acessar o brainstorm9 e tá tudo resolvido. Por que diabos se dar ao trabalho de copiar um blog já famoso? Me parece de uma acefalia tremenda.

Quanto ao Café com Coca, não contamos o sucesso do blog pela frequência de posts. Isso a gente deixa para os adolescentes já citados. Nossa intenção é proporcionar raciocínio, explicitar opiniões, bater e, consequentemente,  dar a cara a tapa. O resultado disso tudo é evidente. Praticamente quadruplicamos nosso número médio de visitas diárias e sempre recebemos menções positivas de leitores e outros blogs.

Não estou dizendo que somos os donos da verdade, mesmo porque verdades, quando existem, dependem do referencial. Só acredito que copiar não é blogar e gerar conteúdo não é tão simples quanto embedar imagens e vídeos.

Sérgio Valente não dormirá por uma semana.

Setembro 3, 2009 por Vinuxo

Como alguns principais veículos informativos da internet mundial já explicaram o caso WWF (aqui e aqui, por exemplo), vamos nos abster de pagar de mobral. O Café com Coca vem honrosamente expor uma de suas opiniões sobre essa desonra publicitária desmedida, displicente e cara-de-pau.

Fatos da vida: seu ego acha que vai ganhar o prêmio, mas a realidade te dá um pescotapa. Nenhum leãozinho sequer. Imagine a cena da reunião de criação: “De agora em diante, toda as terças-feiras pela manhã faremos um brainstorm pra Cannes. Começa na terça que vem. Quero idéias fodas, a gente VAI virar esse jogo”. E assim se sucedeu. Afinal, a DM9 tinha que fazer algo, antes que a DDB fizesse.

Os meses passam e as idéias pra Cannes vêm à tona. Funcionou: a DM9 teve motivos mil pra comemorar no festival de 2009. Mas ainda não basta, Cannes é pouco. Cannes é um sábado.

Ora pois, senão, vejamos: Tsunami pra WWF foi uma idéia que, segundo a DM9, jamais deveria ter sido criada e não tem o consentimento da agência e de sua diretoria. Os bastardos que a criaram já foram devidamentes despachados, juntamente com seus toys de mesa, para a parada de ônibus mais próxima da Brigadeiro Luís Antônio.

A DM9 e a WWF já se pronunciaram em seus sites. A DM9 diz que ele foi criado realmente, e aprovado. Aprovado por inexperiência do publicitário que aprovou (muitas vezes conhecido pela alcunha de Diretor de Criação da DDB Brasil) e do próprio cliente. Aliás, nesse mesmo texto (assinado também pela WWF) a DM9 deixa bem claro que a inexperiência foi de ambos os lados do balcão. E quando OS DOIS perceberam a caquinha, correram gritando “Abortem, abortem!”. O terceiro parágrafo mostra que a WWF foi também responsável pela primeira publicação desse anúncio.

Agora, faça um paralelo com o que a WWF falou em seu site americano. É o tipo de publicação institucional que você olha e pensa: capitão, isso vai dar merda. Unauthorized Ad Campaign? BULLSHIT. A DM9 enviou um email à Adweek falando que o bebezinho foi SIM aprovado pela WWF brasileira. Quer mais? No AdsOfTheWorld tem a ficha técnica da bagaça. Veja lá o nome do Advertiser`s Supervisor: Heloisa Helena de Oliveira, uma especialista gabaritada em preservação ambiental. Parece que alguém da WWF vai ter que abrir o caderno de Empregos da Folha de São Paulo. Isso sem falar na produção do anúncio impresso, na veiculação, na produção do VT e, é claro, na inscrição da peça nas premiações, afinal, isso custa uma dinherama bonita de se ver. É um investimento, né.

Como se não bastasse, segundo a Advertising Age, um porta-voz da DM9 anunciou que a agência não produziu o vídeo, e que quando a diretoria viu a pornografia, afirmara que nunca tinha visto o material antes e não sabe quem o criou. Aquele mesmo papo de adolescente quando é pego com drogas na mochila. Pior ainda é a versão, também publicada pela AdAge, de que a assessoria de imprensa da DM9 enviou acidentalmente a peça em um pacote de anúncios. Na boa, isso não cola nem na câmara dos deputados.

E no fim do dia, depois de uma repercussão destruidora em níveis globais, temos um big de um saldo negativo: contradições nos statements das duas empresas, gente no olho da rua, criativo sendo rechaçado, aprovadores sendo chamados de inexperientes (eu ainda acho que o problema aí não é bem inexperiência…), DM9 considerada a pior “pessoa” do mundo por Keith Olbermann em seu programa Countdown, na MSNBC, e Sérgio Valente sendo rogado a morrer de inanição. Tá quase um caso para o Dr. Cal Lightman.

A lição do dia é bem simples e não tem a ver diretamente com a idéia da campanha: seja sincero sempre e não minta. Isso vale pras agências e para os anunciantes.

O anunciante e o User Generated Content – Parte 1

Agosto 30, 2009 por Gustavo

Logo quando a web 2.0 entrou no radar de anunciantes, agências, coolhunters, especialistas e afins como uma ferramenta do mix de comunicação, o User Generated Content imediatamente saltou aos olhos desse povo todo. A idéia, basicamente, é de que há pessoas falando da minha marca, promovendo e defendendo-a, e o melhor: de graça! Mas isso é o máximo! Só preciso de mais pessoas falando mais, e de uma rentabilizar isso.

Naturalmente, o ímpeto imediatista e o foco em curto prazo dos anunciantes rapidamente saturaram as mídias sociais, tanto em termos de canais de comunicação quanto de usuários. Algo que funciona muito bem como uma maneira de se relacionar com pessoas, aproximá-las e tê-las como influenciadoras, acabou se popularizando como uma metralhadora de concursos culturais do estilo: “Nos envie seu vídeo e peça para seus amigos irem votando. O vídeo mais votado (A) ganha um moderno aparelho celular ou (B) ganha uma geladeira de cerveja ou (C – minha favorita) será veiculado na TV como nosso próximo comercial.”

No entanto, o que ganha pouca atenção no meio é a quantidade de oportunidades que são perdidas. O último exemplo que me chamou atenção foi da IKEA – o que chega a ser uma surpresa, praticamente tudo o que a marca faz me agrada.

IKEA é uma marca de ótima imagem e aceitação no meio digital, e que sabe explorar muito bem esse meio. Recentemente, a marca lançou o IKEA Space Maker, projeto que, essencialmente, trata-se de um planejador de pequenos quartos. O usuário não somente pode montar seu quarto, mas também submeter à IKEA e, caso agrade a empresa, obter descontos em loja física. Bacana, não?

IKEA Space Maker

Talvez tivesse sido mais interessante, se o seguinte não tivesse acontecido: para concorrer na categoria Future Lions de Cannes, dois estudantes apresentaram o projeto My.IKEA, que utiliza da tecnologia de Realidade Aumentada (a própria menina dos olhos atual da publicidade) para que o prospect possa visualizar como ficariam os móveis em seu quarto, através da impressão do código gerado.

Muito embora tenha gerado buzz maior do que o próprio projeto da marca, o My.IKEA não ganhou grande atenção da empresa. E, convenhamos, seria de utilidade muito maior para o usuário. O que houve? Vista grossa, miopia, preguiça, budget apertado?

Fontes: Adivertido, Updaters

Nunca foi tão fácil ser publicitário.

Agosto 23, 2009 por fabs

É isso mesmo. Nunca foi tão fácil ser publicitário. Me parece que o pessoal perdeu o zelo pelo bom trabalho. Não tô falando de ninguém em específico, mas sim das peças que vejo. Poucos têm a ânsia escrota de produzir algo foda, de não deixar “i” nenhum sem pingo.

Isso acaba por influir na maneira dos estudantes de Publicidade pensarem. Sinceramente? Acho que estudante de publicidade é a espécie animal mais preguiçosa e topetuda que existe. Negada tem todas as ferramentas mas fica coçando o toba, pra depois cheirar, numa infindável tentativa de pegar oxiurose pelas narinas. Eles não têm ideia do arrependimento que terão daqui a alguns anos.

E quando eu digo que nunca foi tão fácil ser publicitário, quero dizer que as coisas não andam bem. Quem é ruim não tenta ser bom. Quem é bom não tenta ser foda, e por aí vai. As pessoas que lêem este post agora podem ter uma certeza: se neste exato momento vocês botarem na cabeça que precisam se esforçar pra crescer, já estarão na frente da grande maioria, daqueles 80% que teimam em acreditar que pertencem a esse meio.

A minha visão é que esforço é meio caminho andando nessa profissão. Peguem Ogilvy, Luke Sullivan e David Droga como exemplos. Todos tinham mentes privilegiadas e, exatamente por este motivo, não se davam ao luxo de fazer pouca bosta.

Independente da área, a questão é se dedicar de modo a estruturar o senso crítico e alimentar a mente. Informação é o pré-requisito de todo publicitário. Apenas o prazo deve ser o fator limitante. Assim como o André Matarazzo, CEO da gringo, eu tendo a acreditar que nossa profissão é uma das mais meritocráticas, isto é, não há desculpas para ficar parado.

Talvez vocë esteja pensando: quem esse maluco tá pensando que é pra falar essas coisas? Eu realmente não sou nada. Ainda não. E por isso deixo em aberto: ou tem algo muito errado com nossa profissão, mais especificamente com nossos profissionais, ou eu sou estupidamente míope e vejo estrume onde não há.

Ford Fusion x Guaraná Antarctica.

Agosto 11, 2009 por fabs

E a batalha pelo troféu “oh, shit, man!” está cada vez mais acirrada. Não vamos nem entrar no ramo das empresas pequenas, vítimas de publicitários inescrupulosos e sem o mínimo de bom senso. Aqui a briga é de cachorro grande!

De um lado temos o Ford Fusion: um produto altamente foda, no qual nossos amigos de profissão conseguiram defecar em cima.  Temos a pergunta “Onde você pretende estar daqui a 5 anos?” e a assinatura do modelo passado (Quem dirige o novo Ford Fusion fez por merecer). Até aí tudo bem, conceito é conceito, posicionamento é posicionamento.

O que me deixa emputecido é o vt que rolou. Ele até é bonito, bem produzido e tudo, o problema é a ideia primária que o sustenta e a condução da narrativa (lenta, homogeneamente sem emoção). A sacada está na modelo passando o garotão pra trás: enquanto ele sonha em dirigir o Fusion e tê-la ao seu lado, ela sonha em tê-lo como motorista. Legal, né? Pois então, analisemos: se quem dirige o novo Ford Fusion é quem fez por merecer,  não é lógico um soldado dirigir um carro de general. O patrão fez por merecer e ELE deveria dirigir o carro, não o funcionário.  Melhor que isso, só pensar que ambos os personagens sonham em dirigir um carro de 2009 em 2015, afinal, é onde eles querem estar daqui a 5 anos. Viu como as peças não se encaixam?

Do outro lado do corner, temos o Guaraná Antarctica, ressuscitando as campanhas “guardadas a sete chaves”. Sério, pessoal, essa história já deu. Há melhores formas de mostrar a história da empresa, por que a marca tem um sabor exclusivo etc. Essa receita aí é manjada, não pega mais ninguém. E como estrutura zé bunda não suporta muito peso, duvido que uma ideia tão batida possa levar a frente uma série de vídeos, para que os usuários pesquisem por pistas e descubram a receita.  É muito esforço pra pouco resultado.

Já que eu criei esse troféu, nada mais justo do que eu mesmo ser o jurado. Ford Fusion perde. Motivo? O vt é tosco, mas o hotsite é bem interessante. Eles encontraram formas inusitadas de mostrar as funcionalidades do carro e ficou digno de FWA. Ver site

ps: Se eu fosse você, daria uma olhada no hotsite do Guaraná Antarctica. O engraçado é que eles criaram wallpapers, emoticons, ringtones e screensavers. Qual será a taxa de clicks de cada um deles?

Brazil Promotion 2009

Agosto 7, 2009 por fabs

A gente demora mas não falha!

Como ainda estamos na terrinha da garoa, está difícil sobreviver com uma única internet 3G da Tim. A gente não conseguiu fazer upload das fotos, nem dos vídeos do evento, e creio que só faremos isso quando chegarmos em nossas casas, em Brasília.

Então, o que sobra pra falar do Brazil Promotion? Ultimamente tenho lido bastante sobre planejamento web e, neste exato ponto, o evento surpreendeu. Convidar blogueiros para fazer a cobertura significa criar diferentes pontos divulgadores. Cada blog possui o seu público fiel e os blogueiros envolvidos divulgaram e postaram os pontos de destaque da feira.  A questão não é criar web celebrities, e sim potencializar o buzz com baixa verba (A web é craque nisso!). Ao passo que os blogueiros contribuíram na divulgação, acredito que todos eles ficaram felizes, afinal, ter passe livre no maior evento de marketing promocional do Brasil não é pra qualquer um. Tivemos acesso às conferências, à feira e fizemos parte do júri que avaliava as melhores peças expostas.

Em vez de pagar os blogueiros, o caminho encontrado foi convidá-los a participar do evento, conhecer a sua essência. É claro que há o risco de dar um tiro no pé, já que é impossível controlar o caráter do conteúdo gerado. Mas, esse é um risco que toda marca corre ao entrar na web.

Abaixo, o espaço dedicado aos blogueiros.

Ps: Parabéns a Stella, da freeshop, pela bom trabalho e cordialidade.

Ps2: Abraço ao André do bemlegaus , a Renata do nyt-innovation e a Silvia do Tudibao.

Café com Coca na cobertura do Brazil Promotion.

Julho 30, 2009 por fabs

Ah, que emoção! Tanto tempo sem postar no Café que bateu até nostalgia…

Bom, sentimentos à parte, vamos direto ao assunto. Os 3 integrantes do Café com Coca foram convidados a cobrir o Brazil Promotion: a maior feira de marketing promocional do Brasil. Ela vai ocorrer dia 4,5 e 6 de agosto, em São Paulo.

Também fomos convidados a participar de um júri especializado (uia, a gente é especial!) que irá avaliar algumas ações. Na feira, serão apresentadas as principais inovações e lançamentos em produtos e serviços promocionais, brindes, para o merchandising no ponto-de-venda, digital signage, marketing digital, novas tecnologias, mídias interativas e todo o resto que daria linhas e mais linhas de texto.

Como notícia boa sempre pega de surpresa, é tudo o que podemos adiantar até o momento. Da terra da garoa, a gente cobrirá o evento, com direito a reclamações, tweets e muita coisa foda. (lembrando que cobrir não necessariamente implica em falar bem, puxar saco,  mas sim em falar a verdade) Fiquem ligados! Abs.

@fabricioide

@viniciusmoreira

@gstramon

Cafecomcoca concorrendo ao Future Lions 2009

Maio 31, 2009 por fabs
Desde 2005, A AKQA promove o Future Lions. É um concurso em que apenas estudantes podem participar e eles devem cumprir um determinado briefing (Se não estou enganado, é o mesmo briefing todo ano).  Os 5 vencedores ganham o direito de ir pro Festival de Cannes e tem acesso livre a todos os seminários, palestras etc.
Este ano, eu e o Vinicius Moreira resolvemos participar. O parto foi duro: perdemos o fim de semana passado inteiro. Não havia comida, somente energéticos.
O resultado de tudo isso você confere na apresentação abaixo. (Para melhor visualização, coloque em fullscreen).

Ps: Agradecimentos ao @haddads e ao Dashiell pelo apoio ;)